
Joshua Hoffine, formado em literatura inglesa, iniciou sua carreira como fotógrafo e hoje se dedica à fotografia de horror. O primeiro resultado desse trabalho é a série "After dark, my sweet", que retrata o imaginário infantil dos contos de fada, usando o horror para explorar e provocar sensações.
Joshua diz que as fotos são feitas sem uso de photoshop (somente alguns ajustes de cor para impressão), os modelos são amigos e familiares e dizem que fazem isso por diversão.
Estou interessado na psicologia do medo
Nascemos com certos medos inerentes e instintivo, como o medo do escuro, medo do perigo que espreita, o medo de ser comido. À medida que envelhecemos esses medos perdem intensidade, e saem se arrastando lentamente em seu inconsciente.
Horror, como uma forma de arte, chama a força do inconsciente
Horror por fotografia é capaz de apresentar esses medos abstratos e esquecido, em termos literais
Eu tento apresentar as imagens dentro da gramática visual de uma criança. Eu quero que o espectador simpatize com a criança, para compartilhar seu ponto de vista, para sentir o sentimento de vulnerabilidade. o perigo, o stress das imagens, que retratam um mundo amoral, onde a pureza e inocência estão sob constante ameaça. como contos de fadas, estas fotografias funcionam como metáforas de advertência sobre os perigos potenciais do mundo.
Creio que a história de horror é, em última instância preocupado com a iminência da morte e aleatoriedade, e as implicações que não temos a certeza da existência. a experiência de horror reside nesta confrontação com a incerteza. horror diz-nos que a nossa crença na segurança é ilusório, e os monstros estão à nossa volta.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Psicologia do Medo
Reflexões de Sara às quinta-feira, setembro 09, 2010 0 Opiniões
Pessoas....são o problema
Pessoas....Pessoas....Problemas.
Não é questão de ser anti-social, apesar de ter motivação de sobra para ser, é que; ou não dou sorte de encontrar pessoas com o minimo de riqueza interior ou só dou azar de encontrar acerebrais por aí. Dizem que ando estranha, como se ser estranha fosse uma novidade para mim rs, sou assim pra me proteger “dos normais”, não aguento mais gente medíocre, gente fofoqueira, gente escandalosa, gente hipocrita.
A tolerância anda zero, o estresse consome, pessoas me irritam e antes não era assim, tá já até sei o que minha terapeuta diria disso, vulnerabilidade ao ambiente, você tem que exercitar seu deficit de habilidades sociais e blá blá blá, mas não tem como eu andar com tampões nos ouvidos por aí.
Ainda restam sim, amigos que salvam dessa massa ignorante que circula pela terra, essas raras criaturas ainda dão alguma esperança que no mundo ainda existem pessoas agradáveis, inteligentes e divertidas, que se embriagar, cantar, sorrir ainda podem ser naturais e espontaneos.
Quem lê até pensa que sou uma ranziza, mas há muitos que conhecem minha gargalhada, meu humor levemente ironico, minha loucura, minhas viajens, mas infelizmente depende do ambiente e da compania, de alguma forma preciso me resgatar, me livrar desse desejo de isolamento e do estresse do dia a dia.
Por enquanto vou tomando providências, uma boa caminhada matinal, brincar com meus gatinhos, continua meu vicio em contos policiais, mas o que percebo é que tudo que me dá prazer é tudo que faço sozinha, acho que tô precisando de terapia rs.
Reflexões de Sara às quinta-feira, setembro 09, 2010 0 Opiniões
domingo, 5 de setembro de 2010
Blog meio abandonado, por falta de tempo.
A vida de fase, cada fase traz ensinamentos as vezes insistimos nos mesmo erros apesar do amadurecimento, por um momento ando meia nostalgica, relembrando a adoslência, turbulentos e velhos negros anos, daquele desiquilibrio insano, daquele velho sonho que se tornou um pesadelo, daquelas palavras cruas escritas num diário velho escondido embaixo do colchão, os anos passam, os anos voam, aprendi a embelezar a dor, a rebuscar o português, a colorir de escarlate o lívido interior do sofrimento, com o tempo a gente muda tudo, menos a essência , aprendi escolher a máscara mais corajosa e continuar seguindo em frente.
"My Dying Bride"
Um sono cruel atravessa nossa terra
Todos estão murchando e morrendo
Enquanto a queda, as vítimas,
Elas estão morrendo uma morte triste
Na nossa terra, nós nos rendemos
E sofremos novamente
Uma garota da escuridão atravessa nossa terra
Está andando. Está caçando
E com ela, uma febre
Uma marcha negra de febre
Olhos não vêem. Sem traços característicos
Apenas uma forma negra, sofrendo
Você tem a sua simpatia
Você tem as suas lágrimas
Ela apenas tenta tomar
Todos os seus medos
A dor que ela sente
Quando ela bebe a sua alma
É dela para sofrer
É o o preço dela
Acredite em mim, ela está desamparada
Quando ela amaldiçoa nossa terra
Quando ela absorve luz
Não é a mão dela
O veneno espera quando você a beija
O coração dela grita por você, por mim
A miséria não contada é dela para servir
Pela eternidade
Pelo frio. A humanidade ficará
para sempre se ela encontrar o caminho
Ela não pode evitar. É a maldição dela
cantar a sua dor no próprio verso dela
Ela é a escuridão
O pesadelo que você esconde
A dor que você sente
O sofrimento dentro
Apesar de ela ser como você
Através passado negro dela
Mas agora, o conquistador
O vasto coro dela
Oh, por favor, perdoe-a
Enquanto a humanidade morre
Enquanto anjos lamentam
E enquanto o paraíso chora
Reflexões de Sara às domingo, setembro 05, 2010 0 Opiniões

