
Joshua Hoffine, formado em literatura inglesa, iniciou sua carreira como fotógrafo e hoje se dedica à fotografia de horror. O primeiro resultado desse trabalho é a série "After dark, my sweet", que retrata o imaginário infantil dos contos de fada, usando o horror para explorar e provocar sensações.
Joshua diz que as fotos são feitas sem uso de photoshop (somente alguns ajustes de cor para impressão), os modelos são amigos e familiares e dizem que fazem isso por diversão.
Estou interessado na psicologia do medo
Nascemos com certos medos inerentes e instintivo, como o medo do escuro, medo do perigo que espreita, o medo de ser comido. À medida que envelhecemos esses medos perdem intensidade, e saem se arrastando lentamente em seu inconsciente.
Horror, como uma forma de arte, chama a força do inconsciente
Horror por fotografia é capaz de apresentar esses medos abstratos e esquecido, em termos literais
Eu tento apresentar as imagens dentro da gramática visual de uma criança. Eu quero que o espectador simpatize com a criança, para compartilhar seu ponto de vista, para sentir o sentimento de vulnerabilidade. o perigo, o stress das imagens, que retratam um mundo amoral, onde a pureza e inocência estão sob constante ameaça. como contos de fadas, estas fotografias funcionam como metáforas de advertência sobre os perigos potenciais do mundo.
Creio que a história de horror é, em última instância preocupado com a iminência da morte e aleatoriedade, e as implicações que não temos a certeza da existência. a experiência de horror reside nesta confrontação com a incerteza. horror diz-nos que a nossa crença na segurança é ilusório, e os monstros estão à nossa volta.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Psicologia do Medo
Reflexões de Sara às quinta-feira, setembro 09, 2010 0 Opiniões
Pessoas....são o problema
Pessoas....Pessoas....Problemas.
Não é questão de ser anti-social, apesar de ter motivação de sobra para ser, é que; ou não dou sorte de encontrar pessoas com o minimo de riqueza interior ou só dou azar de encontrar acerebrais por aí. Dizem que ando estranha, como se ser estranha fosse uma novidade para mim rs, sou assim pra me proteger “dos normais”, não aguento mais gente medíocre, gente fofoqueira, gente escandalosa, gente hipocrita.
A tolerância anda zero, o estresse consome, pessoas me irritam e antes não era assim, tá já até sei o que minha terapeuta diria disso, vulnerabilidade ao ambiente, você tem que exercitar seu deficit de habilidades sociais e blá blá blá, mas não tem como eu andar com tampões nos ouvidos por aí.
Ainda restam sim, amigos que salvam dessa massa ignorante que circula pela terra, essas raras criaturas ainda dão alguma esperança que no mundo ainda existem pessoas agradáveis, inteligentes e divertidas, que se embriagar, cantar, sorrir ainda podem ser naturais e espontaneos.
Quem lê até pensa que sou uma ranziza, mas há muitos que conhecem minha gargalhada, meu humor levemente ironico, minha loucura, minhas viajens, mas infelizmente depende do ambiente e da compania, de alguma forma preciso me resgatar, me livrar desse desejo de isolamento e do estresse do dia a dia.
Por enquanto vou tomando providências, uma boa caminhada matinal, brincar com meus gatinhos, continua meu vicio em contos policiais, mas o que percebo é que tudo que me dá prazer é tudo que faço sozinha, acho que tô precisando de terapia rs.
Reflexões de Sara às quinta-feira, setembro 09, 2010 0 Opiniões
domingo, 5 de setembro de 2010
Blog meio abandonado, por falta de tempo.
A vida de fase, cada fase traz ensinamentos as vezes insistimos nos mesmo erros apesar do amadurecimento, por um momento ando meia nostalgica, relembrando a adoslência, turbulentos e velhos negros anos, daquele desiquilibrio insano, daquele velho sonho que se tornou um pesadelo, daquelas palavras cruas escritas num diário velho escondido embaixo do colchão, os anos passam, os anos voam, aprendi a embelezar a dor, a rebuscar o português, a colorir de escarlate o lívido interior do sofrimento, com o tempo a gente muda tudo, menos a essência , aprendi escolher a máscara mais corajosa e continuar seguindo em frente.
"My Dying Bride"
Um sono cruel atravessa nossa terra
Todos estão murchando e morrendo
Enquanto a queda, as vítimas,
Elas estão morrendo uma morte triste
Na nossa terra, nós nos rendemos
E sofremos novamente
Uma garota da escuridão atravessa nossa terra
Está andando. Está caçando
E com ela, uma febre
Uma marcha negra de febre
Olhos não vêem. Sem traços característicos
Apenas uma forma negra, sofrendo
Você tem a sua simpatia
Você tem as suas lágrimas
Ela apenas tenta tomar
Todos os seus medos
A dor que ela sente
Quando ela bebe a sua alma
É dela para sofrer
É o o preço dela
Acredite em mim, ela está desamparada
Quando ela amaldiçoa nossa terra
Quando ela absorve luz
Não é a mão dela
O veneno espera quando você a beija
O coração dela grita por você, por mim
A miséria não contada é dela para servir
Pela eternidade
Pelo frio. A humanidade ficará
para sempre se ela encontrar o caminho
Ela não pode evitar. É a maldição dela
cantar a sua dor no próprio verso dela
Ela é a escuridão
O pesadelo que você esconde
A dor que você sente
O sofrimento dentro
Apesar de ela ser como você
Através passado negro dela
Mas agora, o conquistador
O vasto coro dela
Oh, por favor, perdoe-a
Enquanto a humanidade morre
Enquanto anjos lamentam
E enquanto o paraíso chora
Reflexões de Sara às domingo, setembro 05, 2010 0 Opiniões
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Reflexões de Sara às sexta-feira, julho 16, 2010 0 Opiniões
segunda-feira, 28 de junho de 2010

Eu tive um sonho que não era em todo um sonho
O sol esplêndido extinguira-se, e as estrelas
Vagueavam escuras pelo espaço eterno,
Sem raios nem roteiro, e a enregelada terra
Girava cega e negrejante no ar sem lua;
Veio e foi-se a manhã - Veio e não trouxe o dia;
E os homens esqueceram as paixões, no horror
Dessa desolação; e os corações esfriaram
Numa prece egoísta que implorava luz:
E eles viviam ao redor do fogo; e os tronos,
Os palácios dos reis coroados, as cabanas,
As moradas, enfim, do gênero que fosse,
Em chamas davam luz; As cidades consumiam-se
E os homens juntavam-se junto às casas ígneas
Para ainda uma vez olhar o rosto um do outro;
Felizes enquanto residiam bem à vista
Dos vulcões e de sua tocha montanhosa;
Expectativa apavorada era a do mundo;
Queimavam-se as florestas - mas de hora em hora
Tombavam, desfaziam-se - e, estralando, os troncos
Findavam num estrondo - e tudo era negror.
À luz desesperante a fronte dos humanos
Tinha um aspecto não terreno, se espasmódicos
Neles batiam os clarões; alguns, por terra,
Escondiam chorando os olhos; apoiavam
Outros o queixo às mãos fechadas, e sorriam;
Muitos corriam para cá e para lá,
Alimentando a pira, e a vista levantavam
Com doida inquietação para o trevoso céu,
A mortalha de um mundo extinto; e então de novo
Com maldições olhavam para a poeira, e uivavam,
Rangendo os dentes; e aves bravas davam gritos
E cheias de terror voejavam junto ao solo,
Batendo asas inúteis; as mais rudes feras
Chagavam mansas e a tremer; rojavam víboras,
E entrelaçavam-se por entre a multidão,
Silvando, mas sem presas - e eram devoradas.
E fartava-se a Guerra que cessara um tempo,
E qualquer refeição comprava-se com sangue;
E cada um sentava-se isolado e torvo,
Empanturrando-se no escuro; o amor findara;
A terra era uma idéia só - e era a de morte
Imediata e inglória; e se cevava o mal
Da fome em todas as entranhas; e morriam
Os homens, insepultos sua carne e ossos;
Os magros pelos magros eram devorados,
Os cães salteavam seus donos, exceto um,
Que se mantinha fiel a um corpo, e conservava
Em guarda as bestas e aves e famintos homens,
Até a fome os levar, ou os que caíam mortos
Atraírem seus dentes; ele não comia,
Mas com um gemido comovente e longo, e um grito
Rápido e desolado, e relambendo a mão
Que já não o agradava em paga - ele morreu.
Finou-se a multidão de fome, aos poucos; dois,
Dois inimigos que vieram a encontrar-se
Junto às brasas agonizantes de um altar
Onde se haviam empilhado coisas santas
Para um uso profano; eles a resolveram
E trêmulos rasparam, com as mãos esqueléticas,
As débeis cinzas, e com um débil assoprar
E para viver um nada, ergueram uma chama
Que não passava de arremedo; então alçaram
Os olhos quando ela se fez mais viva, e espiaram
O rosto um do outro - ao ver gritaram e morreram
- Morreram de sua própria e mútua hediondez,
- Sem um reconhecer o outro em cuja fronte
Grafara o nome "Diabo". O mundo se esvaziara,
O populoso e forte era uma informe massa,
Sem estações nem árvore, erva, homem, vida,
Massa informe de morte - um caos de argila dura.
Pararam lagos, rios, oceanos: nada
Mexia em suas profundezas silenciosas;
Sem marujos, no mar as naus apodreciam,
Caindo os mastros aos pedaços; e, ao caírem,
Dormiam nos abismos sem fazer mareta,
mortas as ondas, e as marés na sepultura,
Que já findara sua lua senhoril.
Os ventos feneceram no ar inerte, e as nuvens
Tiveram fim; a escuridão não precisava
De seu auxílio - as trevas eram o Universo.
Lord Byron
(Tradução de Castro Alves)
Reflexões de Sara às segunda-feira, junho 28, 2010 0 Opiniões
sábado, 26 de junho de 2010
"O problema não é passar por um deserto, e sim, ter nascido nele"
Ah quantos e quantos reclamam da solidão, pelo menos o que refletem sobre alguma coisa na vida, mas será que não é assim para todos? O mundo está cada vez mais individualista e solitário, cada vez tudo nos leva a ficar enclausulados em nós mesmo e nosso mundinhos consumistas, sim, lazer, amigos, sexo, tudo se compra,o prazer em viver voltou-se para o poder, poder de adiquirir, através do capital, o problema é a essência das coisas terem perdido o sentido, talvez seja essa a grande depressão do seculo 21, claro pra quem pensa um pouquinho, que até isso perdeu-se na falta de essência de ser um animal com "razão"(pensar?!,rs) Porque não existem filosofos atuais? Porque ninguém quer pensar, foram-se os velhos tempos de pessoas de verdade, observadores, analistas, pensadores, que desprezaram a vaidade, o dinheiro em prol de algo maior, talvez, a humanidade. Mas voltando a essência, e quando a essência perde o sentido, o valor também, ou seja quando as coisas tinham essência e valor a vida era mais feliz, sim, haviasse prazer no que era gratuito, coisa simples de graça que a natureza nos dá, e foram através da observação, experiência das coisas simples e gratuita em nosso mundo, que se nasceram grandes idéias, grandes pensadores, grandes teorias e o homem produzia coisas boas através do simples e gratuito, há se aquela maça não caisse, há se aquele kra nao esquece suas bacterias e nascesse a penicilina, a se darwin não observasse a natureza, freud não fosse apaixonado em observar o ser humano, ou um filosofo não se sentasse na frente de um por do sol e pensasse ou o poeta não fosse tão emocional e escrevesse o que sente, há se aquele pintor não viajasse na natureza simples das cores, da pele, do brilho, será que se eles estivessem preocupaos apenas com sua propria vaidade, satisfazessem só seu egoismo, teria aconteciso tudo isso?! A beleza mudou seu foco, a insastifação todo dia bate na porta, a solidão está sempre conosco, e quem mais se importa em ser natural, da natureza, pela natureza, no proximo e nela encontrar idéias, beleza, paz....qual homem se importa em ouvir seu proximo, dialogar, pensar, evoluir e assim se sentir satisfeito ...Estamos presos a um mundo consumista e egoista, ditador de padrão, ela dita sua felicidade, sua insastisfação e como seres sociais, não vivemos sozinhos, mas com quem compartilhar uma idéia, um sentimento, uma reflexão, estar feliz apenas em estar com o proximo, ou somente observar em conjunto um belo por do sol, quem pensa assim, senta-se sozinhos com todos esses atributos sem ter pra quem contar o que descobriu, que nada disso importa, senão a essência em ser, estar e viver pelo simples, pelo pensar, pelo sentir e aqui está sozinho a nisso pensar...
Retirado de um antigo blog que escrevia, fiz a alguns anos essa reflexão, porém, ainda sinto, vivo essa idéia.
Reflexões de Sara às sábado, junho 26, 2010 0 Opiniões
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Vivo e morro...prazer!

Gosto de viver no risco, na corda bamba encima de abismos.
Há quem ame uma vida amena, padrão, não que eu não goste de uma vida assim, apenas minha personalidade não permite, não se adapta, vivo de emoções fortes, sentimentos intensos, seja eles beneficos ou nocivos, não interessa, eu quero ir até o fundo, até o limite, sentir na pele infernos e paraísos, talvez seja, sou louca?, te digo, não importa, vivo por mim, para mim, nem sempre como me agrada, mas eu danço a música que minha alma toca.
Sara.
Reflexões de Sara às quarta-feira, dezembro 02, 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Aluada
Gato que chamas a lua
como se fosse uma dama.
Desejas que seja tua
porque te ateou a chama.
Ignoras as leis morais,
mas não aquilo que sentes!
Considera-las banais,
segues só as indecentes.
Nem sempre te vejo assim.
Não sei bem o que te deu...
Mas olha bem para mim
para contemplares o céu.
Tu ficas tão baralhado
ao colher o meu reflexo!
Como queres ser amado
se nada dizes com nexo?!
Os teus olhos em delírio
suspensos na minha teia,
minha luz o teu colírio
que teu pêlo incendeia.
Achar-te-ia com siso
se trepasses esse poste...
Dar-te-ia um sorriso.
Não duvides, há quem goste!
Para te dizer que sim,
primeiro faz um desenho.
Só te direi se me vim,
depois do teu desempenho.
Quando for tempo ouvirás
o meu canto de sereia.
Esconde-te bem atrás
e espreita de volta e meia.
Assim que ouvires a voz,
vais perceber que me rendo.
Não me desates os nós,
porque é a ti que me prendo.
Minha mão é preciosa
como flor na primavera.
Deixa-me silenciosa
e fica quieto à espera.
Palavras de sedução,
essas que tu me dizes.
Mas nelas há negação,
vejo bem pelos matizes.
Num dilema me deixaste.
Vejo-te a ti num conflito.
Sei que nunca me amaste
por mais que mo tenhas dito.
Lua cheia sou eu hoje,
logo serei minguante.
Segue meu conselho. Foge!
Não mais serei tua amante.
Se voltar em lua nova,
passarei logo a crescente.
Será essa a minha prova
para ver quem é que mente.
Reflexões de Sara às segunda-feira, novembro 16, 2009
quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Olá tristeza.
Só com você sei ser feliz
Sabes me completar, me entender.
É triste viver sem você,
Tristeza, traga o café, vamos conversar.
Sente ao meu lado
Me abraçe, tome conta de mim para sempre.
Fique aqui, sei que ninguem gosta de ti
Mas eu te amo, te idolatro
Sou tua maior fã.
Te vejo em todo canto, só penso em ti
Músicas, jornais, sorrisos
São todos repletos de ti, do começo ao fim
Da vida a morte.
Vinicius de Moraes.
Reflexões de Sara às quarta-feira, outubro 14, 2009
quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Não me venha com essa história de não gosto de gatos!
Crônica de Múcio Bezerra na Revista Gatos, edição 27
Geralmente as pessoas que dizem não gostar de gatos não sabem explicar o por quê. Vamos tentar.
O gato pode até ser considerado um bichinho de estimação, um fofinho, uma graça mas essas considerações foram feitas à revelia da opinião dos felinos. Que história é essa de bichinho? O gato é um caçador, selvagem na sua essência e doméstico por esperteza. De estimação? Da parte dele, a estima será recíproca, se ele não for visto de cima para baixo – mesmo porque, dada a sua habilidade, o pequeno grande gato poderá subir no muro mais próximo e também ver qualquer humano sob a mesma ótica. E esse talvez seja o principal motivo para ... Lá vem a criatura bater de novo na mesma tecla!
- Não gosto de gatos!
Ok, você venceu. Não gosta porque os gatos não lhe devem obediência canina. E, se devem, negam e não pagam nem quando puderem, porque obediência canina é negócio de cão.
A pessoa que não gosta de gatos é, geralmente, aquela que cobra os juros acorchantes da fidelidade absoluta que encontra com fartura nos cães. "Fidelidade? É coisa pra cachorro, miam, por aí, nos telhados."
Isso não quer dizer que o gato seja um infiel, mas um amigo do homem apenas quando a amizade é mútua – como, aliás, deveriam ser todas as amizades. Diferentemente do cachorro, o gato nunca é amigo daquele que o maltrata.
Gato não tem, é bom repetir, fidelidade canina. Mesmo porque, com tantos inimigos na pior selva para um felino, que é uma cidade, um gato de rua, por exemplo, cumpre uma infindável agenda por dia, pra comer, beber, não ser comido nem atingido por pedradas. E arranjar um lugar seguro para dormir até o início da jornada seguinte, quando começará tudo de novo.
E se for gata, além de fazer tudo isso, tem que ter o dobro da habilidade e esperteza para esconder e defender as crias de todos os predadores, inclusive dos reunidos chamados Centros de Controle de Zoonoses, que costumam evitar a propagação de doenças de animais nos humanos, não eliminando os vírus e bactérias causadores dos males, mas os seus portadores. Os de rabo e focinho naturalmente. É ou não é?
- É. Mas nesse caso, só defendo os cachorros. Eu não gosto de gatos!
Realmente, você não gosta. Talvez porque os gatos não sejam animais que vivem em bandos, sempre obedientes a um líder, como os cachorros. Gato não tem chefe. Geralmente, é um animal solitário, que caça sozinho sua comida e não demonstra carência afetiva, como é o seu caso, com essa idéia fixa de não gostar de gatos. E quer saber de uma coisa? Quer dar um jeito nessa sua carência afetiva e apreender a encarar a vida com a altivez, a independência e o prazer de estar bem consigo nas horas de solidão?
Adote um gato e aprenda tudo isso com ele.
Crônica de Múcio Bezerra na Revista Gatos, edição 27
Reflexões de Sara às quinta-feira, agosto 06, 2009
domingo, 19 de julho de 2009

Amor
O amor é um animal selvagem
Ele te respira ele te procura
Ele se aninha sob corações partidos
E vai à caça quando há beijos e velas
Ele chupa com força nos seu lábios
E cava túneis entre suas costelas
Ele cai suavemente como neve
Primeiro ele fica quente então frio por fim ele machuca
Amour Amour
Todos só querem te domar
Amor Amour no final
Pego entre seus dentes
O amor é um animal selvagem
Ele morde e arranha e caminha em minha direção
Ele me segura com força com mil braços
E me arrasta para dentro de seu ninho de amor
Ele me devora completamente
E tenta me regurgitar depois de muitos anos
Ele cai suavemente como neve
Primeiro ele fica quente então frio por fim ele machuca
Amour Amour
Todos só querem te domar
Amor Amour no final
Pego entre seus dentes
O amor é um animal selvagem
Você cai na armadilha dele
Ele te encara nos seus olhos
Fascinado quando a contemplação dele o atinge
Por favor por favor me dê veneno
Reflexões de Sara às domingo, julho 19, 2009
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Teste de Carl Jung.

Seu modo principal de viver é focado internamente, lidando com as coisas de acordo com a maneira com que você se sente quanto a elas, ou de acordo com a maneira com que elas se encaixam no seu sistema de valores pessoais. Seu modo secundário é exterior, através do qual você absorve fatos principalmente através da sua intuição.
Você, mais do que outras pessoas que são intuitivas e que dão mais ouvidos aos sentimentos do que à razão pura, é focado em fazer do mundo um lugar melhor para as pessoas. Sua primeira meta é encontrar o seu significado na vida, perguntando coisas do tipo: “Pra quê eu existo? Qual é o meu propósito? De que maneira eu posso melhor servir a humanidade durante a minha vida?” Você é uma pessoa idealista e perfeccionista, e se esforça ao extremo para atingir os objetivos que identificou para si mesmo.
Você é muito intuitivo sobre as pessoas. Você conta totalmente na sua intuição para te guiar, e usa suas descobertas para buscar constantemente o valor da vida. Você está numa missão contínua para encontrar a verdade e o significado das coisas. Cada interação e cada pedaço de sabedoria adquirida é filtrada pelo seu sistema de valores, e avaliada para ver se existe algum potencial para lhe ajudar a definir ou refinar mais ainda seu próprio caminho na vida. A meta final é sempre a mesma – você se esforça para ajudar as pessoas e para fazer do mundo um lugar melhor.
Em geral, uma pessoa gentil e de muita consideração, você é um bom ouvinte e deixa as pessoas à vontade. Mesmo que reservado ao expressar suas emoções, você se importa demais com os outros, e é genuinamente interessado em entender as pessoas. Esta sinceridade é percebida pelos outros, fazendo de você um amigo especial, e em que se pode confiar. Você geralmente é muito caloroso com as pessoas que você conhece bem.
Você odeia conflitos, e faz o que puder para evitá-los. Se você precisa encará-los, será sempre utilizando a perspectiva dos seus sentimentos. Em situações de conflito, você dá pouca importância para quem está certo e quem está errado. Você presta atenção à maneira com que você se sente quanto ao conflito, e não se importa muito se seus sentimentos estão ou não corretos. Você simplesmente não quer se sentir mal. Essa característica às vezes faz com que você aparente ser uma pessoa irracional e ilógica em situações de conflito. Por outro lado, você faria um ótimo papel de mediador, e tem facilidade de resolver os conflitos dos outros, porque você entende intuitivamente as perspectivas e os sentimentos das pessoas, e quer genuinamente ajudá-las.
Você é flexível e despreocupado, até que um de seus valores seja violado. Assim, se seu sistema de valores está sendo ameaçado, você pode se tornar agressivo, lutando com muita garra e paixão por sua causa. Quando você começa um projeto no qual se interessa, é muito comum que este se torne uma “causa” para você. Apesar de você não ser uma pessoa focada em detalhes, você cobrir cada detalhe necessário com vigor e determinação, enquanto lutando por essa sua causa.
Quanto a detalhes mundanos da vida (como lavar, limpar, passar, etc), você praticamente não está ciente deles. Você pode passar meses sem perceber as manchas no carpete, mas você cuidadosamente e meticulosamente remove aquele filetinho de poeira que caiu em cima do seu caderno de projetos.
Você não gosta de ter que lidar com fatos concretos e com lógica. Seu enfoque pessoal nos seus sentimentos e na condição humana torna difícil que você lide com decisões impessoais. Você não compreende nem acredita na validade de uma decisão que não leva as pessoas em consideração, fazendo de você uma péssima pessoa para tomar esse tipo de atitude. Você provavelmente evitará análises impessoais, apesar de poder desenvolver esta capacidade, e de conseguir ser bastante lógico. Sob estresse, é comum que você utilize a lógica de uma maneira errada quando, por exemplo, num momento de raiva, em que você cita fato após fato (e geralmente não completamente corretos) em uma explosão emocional.
Você tem padrões altíssimos e é um perfeccionista. Consequentemente, você é muito duro consigo mesmo, e não dá muito valor às suas conquistas. Você pode acabar tendo problemas na hora de trabalhar em um projeto em grupo, pois seus critérios e padrões tendem a ser bem mais altos do que os do resto do grupo. Nessas situações, você pode ter um problema de “controle”. Você precisa tentar equilibrar seus ideais com suas necessidades do dia-a-dia. Sem resolver este conflito, você nunca ficará feliz consigo mesmo, e pode ficar confuso e paralisado quanto ao que fazer de sua vida.
Pessoas como você geralmente são escritores talentosos. Você pode se sentir esquisito e desconfortável em se expressar verbalmente, mas você tem uma capacidade maravilhosa de definir e de expressar no papel o que você está sentindo. Você também gosta de participar de profissões de cunho social, como na área de aconselhamento ou de educação. Você se encontra o mais confortável e feliz possível quando trabalha pelo bem das pessoas, e onde você não precisa usar lógica intensamente.
Se você desenvolver suas potencialidades você poderá realizar feitos maravilhosos, apesar de que provavelmente você nunca irá reconhecê-los como tais. E lembre-se: algumas das pessoas que mais causaram desenvolvimentos dos seres humanos no mundo foram pessoas como você.
E o pior é que fez sentido, muito em comum comigo.
Reflexões de Sara às quinta-feira, julho 16, 2009
O Mundo é um travesti

Por isso, vou falar um pouco de mulher, eu que mal as entendo na vida. Não falarei das coxas e seios e bumbuns... Falo de uma aura mais fluida que as percorre.
Gosto do olhar de onça, parado, quando queremos seduzi-las, mesmo sinceramente, pois elas sabem que a sinceridade é volúvel, não perdura. Um sorriso de descrédito lhes baila na boca quando lhe fazemos galanteios, mas acreditam assim mesmo, porque elas querem ser amadas, muito mais que desejadas. Elas estão sempre fora da vida social, mesmo quando estão dentro.
Podem ser as maiores executivas, mas seu corpo lateja sob o tailleur e lá dentro os órgãos estranham a estatística e o negócio. Elas querem ser vestidas pelo amor. O amor para elas é um lugar onde se sentem seguras, protegidas.
O termômetro das mulheres é: "Estou sendo amada ou não? Esse bocejo, seu rosto entediado... será que ele me ama ainda?" A mulher não acredita em nosso amor. Quando tem certeza dele, pára de nos amar. A mulher precisa do homem impalpável, impossível. As mulheres têm uma queda pelo canalha. O canalha é mais amado que o bonzinho. Ela sofre com o canalha, mas isso a justifica e engrandece, pois ela tem uma missão amorosa: quer que o homem a entenda, mas isso está fora de nosso alcance. A mulher pensa por metáforas.
O homem por metonímias. Entenderam? Claro que não. Digo melhor, a mulher compõe quadros mentais que se montam em um conjunto simbólico sem fim, como a arte. O homem quer princípio, meio e fim. Não estou falando da mulher sociológica, nem contemporânea, nem política. Falo de um sétimo órgão que todas têm, de um "ponto g" da alma.
Mulher não tem critério; pode amar a vida toda um vagabundo que não merece ou deixar de amar instantaneamente um sujeito devoto. Nada mais terrível que a mulher que cessa de te amar. Você vira um corpo sem órgãos, você vira também uma mulher abandonada.
Toda mulher é "Bovary"... e para serem amadas, instilam medo no coração do homem. Carinhosas, mas com perigo no ar. A carinhosa total entedia os machos... ficam claustrofóbicos. O homem só ama profundamente no ciúme. Só o corno conhece o verdadeiro amor. Mas, curioso, a mulher nunca é corna, mesmo abandonada, humilhada, não é corna. O homem corneado, carente, é feio de ver. A mulher enganada ganha ares de heroína, quase uma santidade. É uma fúria de Deus, é uma vingadora, é até suicida. Mas nunca corna. O homem corno é um palhaço. Ninguém tem pena do corno. O ridículo do corno é que ele achava que a possuía. A mulher sabe que não tem nada, ela sabe que é um processo de manutenção permanente. O homem só vira homem quando é corneado.
A mulher não vira nada nunca. Nem nunca é corneada... pois está sempre se sentindo assim. Como no homossexualismo: a lésbica não é viado.
A mulher é poesia. O homem é prosa. Isso não quer dizer que a mulher seja do bem e o homem do mal. Não. Muita vez, seus abismos são venenosos, seu mistério nos mata. A mulher quer ser possuída, mas não só no sexo, tipo "me come todinha". Falam isso no motel, para nos animar. O homem é pornográfico; a mulher é amorosa. A pornografia é só para homens. A mulher quer ser possuída em sua abstração, em sua geografia mutante, a mulher quer ser descoberta pelo homem para ela se conhecer. Ela é uma paisagem que quer ser decifrada pelas mãos e bocas dos exploradores. Ela não sabe quem é. Mas elas também não querem ser opacas, obscuras. Querem descobrir a beleza que cabe a nós revelar-lhes. As mulheres não sabem o que querem; o homem acha que sabe.
O masculino é certo; o feminino é insolúvel. O homem é espiritual e a mulher é corporal. A mulher é metafísica; homem é engenharia. A mulher deseja o impossível; desejar o impossível é sua grande beleza. Ela vive buscando atingir a plenitude e essa luta contra o vazio justifica sua missão de entrega. Mesmo que essa "plenitude" seja um "living" bem decorado ou o perfeito funcionamento do lar. O amor exige coragem. E o homem... é mais covarde. O homem, quando conquista, acha que não tem mais de se esforçar e aí , dança...
A mulher é muito mais exilada das certezas da vida que o homem. Ela é mais profunda que nós. Ela vive mais desamparada e, no entanto, mais segura. A vida e a morte saem de seu ventre. Ela faz parte do grande mistério que nós vemos de fora, com o pauzinho inerme. Ela tem algo de essencial, tem algo a ver com as galáxias. Nós somos um apêndice.
Hoje em dia, as mulheres foram expulsas de seus ninhos de procriação, de sua sexualidade passiva, expectante e jogadas na obrigação do sexo ativo e masculino. A supergostosa é homem. É um travesti ao contrário. Alguns dizem que os homens erigiram seus poderes e instituições apenas para contrariar os poderes originais bem superiores da mulher.
As mulheres sofrem mais com o mal do mundo. Carregam o fardo da dor histórica e social, por serem mais sensíveis e mais fracas. Os homens, por serem fálicos, escamoteiam a depressão e a consciência da morte com obsessões bélicas, financeiras ou políticas. As mulheres agüentam firmes a dor incompreendida. O mundo está tão indeterminado que está ficando feminino, como uma mulher perdida: nunca está onde pensa estar. O mundo determinista se fracionou globalmente, como a mulher. Mas não é o mundo delicado, romântico e fértil da mulher; é um mundo feminino comandado por homens boçais. Talvez seja melhor dizer um mundo travesti. O mundo hoje é travesti.
Arnaldo Jabor
Tela: "O Nascimento de Venus"- óleo s/ tela de 1991, 89x130cm, coleção particular, Goiânia, GO, Brasil
Reflexões de Sara às quinta-feira, julho 16, 2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Do alto dos seus sapatos, uma mulher pode quase tudo

No passado, o sapato de salto alto era privilégio de reis e rainhas; atualmente, dão “poder total” a todas as mulheres, rainhas ou plebeias
Algumas mulheres justificam-se dizendo que o salto alto as torna “poderosas” e elegantes. Bem, no quesito elegância, não dá para discutir porque este tipo de calçado faz com a mulher pareça mais esguia e até mais magra; quanto ao “poderosa”, este é um sentimento que deveria vir de dentro para fora e não depender do uso deste ou daquele sapato. Mas isso é outra história.
E falando em história, é interessante saber de onde veio a idéia de aumentar a altura das mulheres. Tudo teria começado nas sociedades antigas, quando homens e mulheres conviviam em harmonia, dividindo tarefas e sem disputas entre si. Nesta época, os homens viviam envolvidos nas atividades de caça e não se envolviam nos assuntos domésticos cabendo às mulheres a missão de criar, educar e alimentar a família, tarefas essas bastante valorizadas por seus homens que tinham o hábito de homenageá-las com festas e danças.
Durante estes rituais tribais das sociedades primitivas, as mulheres eram colocadas em pedestais de pedras de quase dois metros de altura, em sinal de respeito e reverência. Com o tempo, as mulheres começaram a reclamar que, nesta altura, ficavam muito longe da festa e assim os pedestais diminuíram de tamanho, passaram a ser confeccionados em madeira e, mais leves, eram amarrados aos pés delas que, ajudadas por seus homens, podiam locomover-se na festa, mas sempre mais altas do que eles.
Bem, com a evolução das coisas, alguém teve a idéia de transformar os tais pedestais de madeira em sapatos que elevavam simbolicamente a mulher; é bom entender que elevar as mulheres nada tem a ver com o fato de o corpo dela ser menor do que o do homem; o uso do “salto alto”, ou seja dos pedestais amarrados, era parte de uma cultura vigente na qual entendiam que as mulheres mereciam ser elevadas.
É fato que ao longo da história o papel masculino e feminino mudou muito e a mulher perdeu aquela importância primitiva e precisou lutar muito para ter seus direitos respeitados, mas isso é outro assunto. Voltando ao salto alto, em tempos mais atuais, os reis franceses (os chamados Luises) usavam o artefato como importante peça do seu vestuário. Eles andavam com sapatos de salto de 15 centímetros (daí o famoso modelo de sapato Luís XV), como forma de mostrar o seu poder e autoridade perante os súditos.
De lá até os nossos tempos, a coisa evoluiu muito e o salto alto é o queridinho. Mas o que os médicos dizem a respeito dele?
A lista de calçados que podem trazer problemas para a saúde feminina é grande e mostra que a vaidade pode custar caro. Os principais sintomas são dores, torções e fraturas, além de calosidades e deformações nos dedos.
Segundo os especialistas, os joelhos de homens e mulheres têm a mesma estrutura e não apresentam diferenças, no entanto são elas que apresentam problemas nos pés quatro vezes mais freqüentes e a incidência de artrite é duas vezes maior do que nos homens, principalmente após os 65 anos.
E o que fazer então, abolir o salto?
Certamente a maioria das mulheres responderá: “Jamais!!”
Aí, entram em cena novamente os médicos ensinando que os melhor meio de se prevenir é optar por calçados tipo anabela, mais baixos, com cerca de 4 centímetros, o que pode não dar o mesmo resultado estético mas, em contrapartida, é muito mais saudável.
Fonte: JORNAL O ANAPOLIS (COLUNA: VARIEDADES)
Outra coisa que estive pensando, ainda hoje persiste essa cultura de elevar-se esperando aparentar "poder", sabemos hoje da cultura machista, onde o poderoso deve ser o homem, sempre mais "alto socialmente" e o que se pode notar é que existe um certo preconceito com as altas, a maioria dos homens não gostam de ser "menores" que as mulheres, o que pode ser relacionado ao falto das culturas humanas antigas a mulheres serem elevadas em altares, mas naquela época, não havia a preocupação masculina em dominar, mas sim, respeitar e festejar os dons femininos, inquestionávelmente essenciais a natureza.
Bom, adorei essa matéria, não posso me considerar "adepta do salto alto", mas usuária ocasional, primeiro pelo desconforto, por isso gosto de saltos baixos e finos ou grossos, depende a ocasião, e outra, a natureza foi-me generosa na altura o que dispensa salto alto.
Reflexões de Sara às quarta-feira, julho 15, 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Diario de uma doidona

Pois é, nem tudo pode ser mudado, é como um mal necessário, é fumar um baseado, só pra relaxar, a verdade é só uma, é não diria uma remedio, mas uma anestesia temporaria e nao dizem retirar um mal tem que tá anestesiado que ae nem sente o processo, é isso ae, mas o importante é ter uma vida bem resolvida e boa, porque quando a onda passar, vc vai tá de boa ainda. então, cheguei a essa conclusão, quem sabe, eu consigo, conciliar as duas coisas. mas o negócio vai ter que ser mocado, pra ninguem esparrar o lado, é como estar normal pra sociedade e familia mas sendo o doidão que você é, mas a loucura boa né com uma realidade boa, mas faz sentido na cabeça, só eu preciso entender o que vai acontecer, é claro que ajudinha é bem vinda, mas é só um conselho, a decisão e ação é minha.
mas de uma coisa eu tenho certeza eu vou morrer ouvindo um jimi hendrix, bebendo uma e fazendo aquilo.
:)
Reflexões de Sara às sexta-feira, julho 10, 2009
Quando a maldade e a ingenuidade dão as mãos

Vivemos tempos estranhos. Quanto mais se tenta convencer as pessoas das vantagens de nossa época, do benefício das crescentes comunicações, da segurança dos modernos sistemas, do avanço da técnica, dos progressos reiterados da ciência, das descobertas no campo da psicologia, mais crescem o medo e a tristeza nos corações humanos. É como se todos esses avanços não chegassem nunca a tomar forma de verdade e permanecessem nas trevas das dúvidas.
Cada vez torna-se mais difícil situar-se de forma correta no tempo e no espaço, tão imersos estamos em um constante movimento sem sentido entre verdades e mentiras, dúvidas e certezas. De forma cada vez mais freqüente, se diluem os limites estabelecidos pelas leis e acordos, pelas tradições e costumes e, na falta de outros elementos para substituir esses limites, surgem a confusão e o desconcerto. Os extremos chegam a ser tão marcados que acabam por unir-se: passado e futuro, o permitido e o proibido mesclam-se com matizes de pesadelo ou de grotesca comicidade.
Antes, quando éramos crianças, nos contavam histórias prodigiosas repletas de personagens excepcionais; vivíamos com a imaginação habitada por heróis mitológicos e desfrutávamos junto com eles de suas aventuras. Hoje nos convenceram de que tudo aquilo era mentira, nos retiraram os heróis, os prodígios, o sabor fantástico dos mitos e até o sentido da história quanto à verdade dos fatos ocorridos no passado. Fomos privados dessas fantasias nefastas para nos afundarmos em uma realidade sem cores, uma realidade que deve ajustar-se a números e leis com pretensão de irrefutáveis. Tudo é medido e pesado, mas curiosamente nada tem um valor nem uma dimensão estável. As coisas parecem fixas e sólidas, mas aqueles que tentam sujeitar-se a qualquer uma delas caem irremediavelmente no vazio.
Não sabemos como chamar as coisas pelo seu nome; não sabemos que nome tem as coisas e nem sequer se todas têm um nome. E assim chegamos a um estado onde a maldade mais refinada dá a mão à ingenuidade mais desprotegida.
Há, como antes, bons e maus, sábios e ignorantes, há justiça e homens justos? Ou será que essas palavras e seu romântico conteúdo também devem parar no cemitério dos conceitos arcaicos e devem ser substituídas por novas e mais de acordo com a venerada modernidade?
Por acaso morrem as idéias? Não será o caso de que não existam receptáculos capazes de acolhê-las?
Os mitos hoje
Muito se tem discutido sobre a autenticidade dos mitos, oscilando-se entre a verdade histórica oculta no tempo e a verdade psíquica que registra situações arquetípicas e as traz de volta em relatos e episódios estranhamente similares em diferentes povo e épocas.
Platão utilizou os mitos para velar com símbolos certas verdades inacessíveis à compreensão comum. Suas obras estão recheadas destes contos surpreendentes que parecem sair por completo do âmbito dialético e racional com que conversam seus protagonistas.
Outros autores clássicos nos ensinam que quanto mais a história penetra no passado, mais os acontecimentos perdem o colorido das circunstâncias particulares para ficarem tão somente em sua essência. Fica apenas o fato desprovido de qualidade e logo voltará a enriquecer-se com o toque imaginativo daqueles que se referirão a ele de mil maneiras distintas. Quando esse fato - com qualidades mais ou menos similares - se repete em diferentes momentos da história ou quando são muitos os grupos humanos que registram fatos parecidos, o mito reforça-se cada vez mais.
Jung explicou os mitos como situações arquetípicas que correspondem ao desenvolvimento da humanidade. Assim, além de serem lendas populares ou representações mistéricas dos iniciados, pode-se dizer que cada um vive a seu modo os mitos que lhe incumbem nos momentos especiais de sua evolução. Para isso, somente é preciso descobri-los como uma realidade pessoal e aproveitar a experiência que deles se deriva.
Nosso século está repleto de mitos que não se afastam muito daqueles que hoje são considerados infantis e impróprios para uma mentalidade avançada.
O professor Jorge Angel Livraga, em um de seus livros, "Os mitos do século XX", nos mostra um conjunto de símbolos que hoje têm um valor mítico, embora não se ajustem a realidades estritas. Aborda temas com a igualdade, o progresso indefinido, a democracia, a tolerância e o ecletismo e outros tantos conceitos que são de domínio público, palavras repetidas até a saciedade, mas quase impossíveis de se encontrar nos fatos cotidianos.
O que expressam nossos mitos modernos? A ânsia em conseguir o que desejamos, mas não temos? O medo das nossas carências? O fingimento como tela da mentira? A obscuridade interior da ignorância que às vezes salta como uma chispa de luz na superfície?
Em todo caso, nossos mitos não giram ao redor de grandes personagens nem de heróis com virtudes. São mitos anônimos e massivos que pertencem a todos e a ninguém, sem exemplos claros e sem finalidades concretas.
O único aspecto que está claro é que o homem de hoje não pode prescindir desses símbolos que encobrem, protegem ou vestem com novos adereços as velhas idéias de bem e de justiça.
Mas os mitos estão hoje tão descaracterizados que fica difícil encontrar a ponta do fio que conduz a verdade. As palavras cantam umas coisas e os fatos dizem outras bem diferentes. O que prevalece, então, a maldade ou a ignorância?
Uns sim e outros não
Quem dita as leis que permitem a uns o que é proibido a outros?
Há aqueles que podem cometer todo tipo de ações, de forma aberta ou oculta, escondendo-se por trás de outros personagens ou instituições, e no entanto são considerados homens respeitáveis, em todos os casos obrigados pelas circunstâncias a comportar-se de uma forma particular.
O mesmo se passa com estados, nações e administrações que podem recorrer a todo tipo de artimanhas, cominados por desconhecidas razões que os tornam intocáveis.
Os infelizes são os outros, os que tentando remediar essas ações presumivelmente dignas para alguns, se convertem em delinqüentes e corruptos.
Os infelizes pecam por ingenuidade. É possível que se perguntem: se outros podem porque não posso também? Os poderosos pecam por maldade: lançam a pedra, escondem as mãos e acusam aquele que foi apedrejado.
Como é possível que uma nação se atribua o direito de usar armas contra outra em nome da justiça ou como corretivo, e no momento seguinte se apresente com juiz do país que ataca o vizinho pelas mesmas ou semelhantes razões? É a confusão da torre de Babel: quando o faço, tem um sentido; e quando você o faz, mudam os valores. Como podem alguns políticos, em algumas situações, lutarem em favor da tolerância racial, entre outros motivos, para logo se comportarem de maneira diferente em suas vidas privadas? Na Torre de Babel também era vivido o ditado do "faça o que digo, mas não faça o que faço"?
Pode uma nação devastar outra em nome de velhas rixas não resolvidas, enquanto protesta por não ter apoio internacional ante situações de terrorismo e guerra? Onde está o aceitável? Na maldade daqueles que se permitem ser maus com aspecto de bons? Ou nos ingênuos que, com sua falta de caráter e decisão, dão cabida a um maior quantidade de maus?
Em uma primeira aproximação, os poucos que podem, parecem ter muito mais força que os muitos que ficam sem fazer nada. Se a maldade e a ingenuidade dão a mãos, a mão má aperta a mão ingênua até destruí-la.
A batalha apresenta uma decantação em direção a um dos bandos, embora não saibamos se a guerra será ganha pelos "maus". No momento, todos se atacam mutuamente tratando-se de corruptos e depravados: hoje é costume se meter na vida privada dos demais para desenterrar histórias verídicas ou inventadas; hoje todos acusam a todos de mentir ou levar pessoas ingênuas à destruição. Então, em quem acreditar?
Além disso, hoje tornamos a ver suicídios que correspondem ao temor de perder o bom nome, o prestígio, ou deixar a descoberto um vida de obscuros negócios. E se há suicídios, isso equivale a dizer que há dor, há desespero, há necessidade de honra, de purificação e redenção.
Mais além da maldade maquilada de refulgente dama, desponta uma chispa de natureza não de todo apagada, que não pode ser somente ingenuidade mas ansiedade de pureza, de verdade e de justiça. Não se deve deixar extinguir essa pequena luz.
Quando tudo se turba e se confunde, até a Torre de Babel converte-se em labirinto intricado, onde todas as entradas parecem portas, mas não são mais que novas armadilhas. Convém continuar preso e sonhando com falsas janelas e com um luz imaginária, ou buscar a saída com inteligência?
Se cada um tem que viver e resolver seus próprios mitos, nos corresponde introduzir claridade e veracidade onde estas não existem, abrirmos caminho com coragem ainda que nos chamem de iludidos e ainda que tenhamos que fechar para sempre as mãos para os que se disfarçam de bons para distribuir a justiça e a injustiça em seu próprio benefício.
Quando as coisas estão em seu lugar, pode acontecer que os extremos cheguem a tocar-se, mas nunca são absolutamente opostos. A mentira jamais será verdade, a traição jamais será lealdade, a opressão não é liberdade, a desonra não é prestígio, a ignorância não é comunicação massiva, o ódio não é amor, a indiferença não é solidariedade.
Não. Quando a maldade e a ingenuidade dão as mãos é hora de colocar ordem nas coisas. E isso não é somente um mito.
Delia Steinberg Guzmán
Diretora Internacional da Associação Cultural Nova Acrópole
Reflexões de Sara às sexta-feira, julho 10, 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Viuva Negra " se correr o bicho pega, se ficar o bicho come"

Falar um pouco do significado de minha tatuagem para mim, primeiro vem o fascínio por esse animal a aranha. Quando comentei com alguns colegas na facul que iria tatuar me perguntaram o desenho, ae sorri e perguntei adivinhem, eles disseram ah flor, borboleta ou fadinha, sorri e falei, VIUVA NEGRA, muitos disseram que ia ficar feio, porque eu na fazia algo mais bonitinho, mas enfim sou eu quem escolho o que ponho em mim, e uma grande amiga me perguntou o significado dela para mim, ( pelos motivos da aranha ser um animal matriarcal, onde a femea é dominante e também por ser um animal noturno e fatalmente venenoso, se parecendo assim com o mito de Lilith), agora falarei um pouco do porque sou fascinada por ela e o que ela significa para mim.
A FEMEA PERFEITA
A CASA DA DONA ARANHA
ideal, ela tece com perfeição seu lar, ou seja sua teia, e o mantem limpo e aciado, ela joga os cadaveres de suas vitimas fora, quando se sente ameaçada ela simplesmente abandona seu lar e reconstroe outro, isso é desapego, a aranha é um animal independente ela não precisa de coletivismo e cooperação, ela se vira.
A COZINHA DA DONA ARANHA
Agora vem os motivos dela ser considerada um animal sádico, ela não saí para caçar, a caça vem para ela, sua teia é tão potente que se cair lá, já era, não tem como escapar, mesmo sendo um grande animal existem casos de passaros devorados por aranhas, o veneno da dona aranha não é letal de imediato, tá ae o sadismo, ela apenas paralisa e derrete as entranhas aos poucos, depois delicadamente dona aranha toma a sopa de canudinho.
NEGRO AMOR, O CORTEJO DO SENHOR ARANHA e as NUPCIAS DA DONA ARANHA
Acredite, essas pobres criatura tiveram o azar de nascerem machos, sexo pra eles é vital porém arriscado, dona aranha é uma moçinha temperamental, as vezes, fatal. Os machos dessa especie aprenderam a arte do cortejo,são muitos, falarei dos que sei, aprenderam amarrar a dona aranha, dá um bimbadinha rapida e tenta se possivel fugir enquanto é tempo, outros, fazem serenatas, lindo isso até fiquei emocionada, eles vibram a teia de dona aranha numa espécie de música, enquanto ela esta fascinada e intertida com a música, ele da uma bombadinha e sai fora o mais rapido possivel.
Vamos falar do mito da femea que devora seus machos, por isso o nome, VIUVA NEGRA, é real esse mito, ela devoram sim, os machos, mas vamos entender o porque, Darvin explica, é a questão da sobrevivência somente da linhagem dos fortes, o fato da aranha devorar seu macho vem do instinto das aranhas, elas são CANIBAIS,isso mesmo, devorar os de sua mesma espécie, mas o que acontece, é que somente os machos se arriscam a entrar na teia de dona aranha, ae o porque de sempre os machos serem devorados e outras eles tem sim, chances de sairem vivos, ilesos nem tanto, as vezes saem mutilados, mas saem né, já é um bom começo, rs, Darvin explica que esse instinto é o de preservação do mais fortes, somente o macho forte é capaz de copular e sair vivo, os machos fracos sao devoradas mas no fim ainda servem para alguma coisa, servem de um banquete nutritivo para durante a vigilia de seu ninho, consequetemente só o macho forte terá chance de passar seus genes novamente, isso não é maldade, é SELEÇÃO NATURAL.
NOTICIA INTERESSANTE: " O VENENO É VIAGRA, RS, ESTUDOS FEITOS DIZEM QUE AS SUBSTANCIAS DO VENENO DA ARANHA AGEM COMO ESTIMULANTES SEXUAL", agora penso com meus botões, como descobriram isso hein, será que algum cara foi picado, e será que mesmo morrendo de dor, teve ereções, ahuahua fico imaginando a cena kkkkkkkkk gritando e gozando.
MAMAE ARANHA PERIGO CONSTANTE
Após comer o papai, um lanchinho bem nutritivo por sinal, dona aranha começa construir seu ninho, faz um casulo (berçinho) e coloca seus ovos, ela fixa ele na sua teia, ou anda com ele nas costa, vigiando alertamente sempre, durante esse periodo acredita que se ela se torna mais agressiva do que ja é, depois de algum tempo nascem os bebês aranhas, ae tá outra coisa interessante, como são sobreviventes esses animalzinhos, não tenho certeza se todas as especiés ou se isso é verdade, mas acho que ela devora os filhinhos também, eles devem nascer e imediatamente fugirem, já nascem auto-suficientes para sobrevivência, os mais fortes escapam os mais fracos infelizmente viram lanchinho também.
CANIBAIS
Como eu havia dito as aranhas, sao seres anti-sociais, elas vivem sozinhas e são extremamente territorilista, ae o motivo delas comerem outras aranhas, mas esses dias no ócio de meu ser, assistindo TVE vi um documentario interessante, existe uma especie de aranha, muito pequenas mesmooo, elas vivem em grupo, constroem teias ENORMES, cobre areas extensas,e nessas teias sao pegos animais grandes também, ae o veneno de apenas uma nao seriam suficiente entao todas se juntam picando a vitima até paralisa-la, outra coisa INTERESSANTISSIMA, aranhas sao quase cegas, elas se orientam por vibrações, ae essa especie ae, se movimentam quase numa dança simetrica, ou seja todas se movem igualmente, é como ver um batalhão marchando igual, um passo de uma e um passo de todas, isso para poderem destinguir as vibraçõesdos movimentos delas propriasm das de suas vitimas, achei legal isso.
auto-suficente, sobrevivente, independente, inteligente. aranhas constroem suas casas e as mantêm, são limpinhas, aranhas dão suas trepadinhas, mas sem essa de casamento, fica viuva mesmo, são boas mães mas sem essa de criança atazano, sem muito social, o negócio é viver sossegada, ou elas se juntam por um motivo maior e agem em prol ao grupo ou é cada no seu quadrado, quer dizer, em sua teia, pelo contrario, ela devora tudo... instinto.
AMO ARANHAS.
Reflexões de Sara às quinta-feira, julho 09, 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
Rock fellingood
Composição: Bob Dylan
A vida anda boa
Mas há uma exceção:
Não encontro a melodia
Da real satisfação
Na escola, atualmente
Eu temo uma reprovação
E eu não quero ser
Mais um desses "nerds"
O rock é pesado e eu vou dizer mais
Na minha "fase terra"
Eu não serei só mais um rapaz
Tem muita gente aí
Que não sabe do que é capaz
Acabarão se entrelaçando
Feito vermes
E a mãe tá na cozinha
Fazendo arroz com feijão
O pai tá no trabalho
Preocupado com a situação
E o filho tá no quarto
Fumando um cigarrão
A lua está cheia
e vem me mostrar
E o que vejo nela
Eu não consigo explicar
As pessoas ao meu lado
Já não querem notar
E eu continuo a busca
Atrás de mim mesmo
Meu guia me dizia:
"Você não tem o que temer
Forças invisíveis irão ajuda você..."
A cabeça tá confusa
Mas já sei o que fazer
Vou tocar um rock
Assim no feelingood
A mãe tá na cozinha
Fazendo arroz com feijão
O pai tá no trabalho
Preocupado com a situação
O filho tá no quarto
Fumando um cigarrão
O "Tropa de Elite"
Mostrou a classe média
Como sendo responsável
Por essa grande tragédia
Pois compra a sua droga
E financia a violência
è mais um peso
Em nossa consciência
O sol nasce e esconde
O que a lua vem a dizer
E o brilho dessa luz
Eu só encontro em você
Aí durmo feliz
Nesse lindo Amanhecer
Sem paranóia
Nessa minha existência
Aí, a mãe tá na cozinha
Fazendo arroz com feijão
O pai tá no trabalho
Preocupado com a situação
E o filho ta no quarto
Fumando um cigarrão
Reflexões de Sara às terça-feira, julho 07, 2009
domingo, 5 de julho de 2009
Tecelã de seu proprio destino.

Na verdade uma auto-reflexão correta de si mesmo, e porque não, paz de espírito todos sabemos que as influências externas são necessários, mas as influências externas boas,então vamos lá, regrinhas básicas que aprendi na marra:
*nada de suportar o insuportável, não quer dizer tolerância zero, mas quer dizer respeite meu espaço
* um pouco de egocêntrismo não faz mal a ninguém "sim, esta sou eu, como sou, goste ou não"
*ser impiedosa ahan isso mesmo,não é ser mal, é não ser banquete dos maliciosos, "Faça-se todo de mel e as abelhas devorarão você".
*sim, eu tenho espelho em casa,criticas e elogios são bem vindos, desde que construtivos, não deixe jamais a inveja e energias negativistas atrapalharem, por mais que vc esteja melhorando, se cuidando, acredite elas vão achar defeitos nem que seja no seu exame de fezes, afinal nesse mundinho feminino medíocre o que falta a essas "pobres" criaturas é uma coisinha muito bela de 7 letrinhas chamada ***** C-E-R-E-B-R-O ****** enfim mantenha-se bem cuidada a sua maneira, mas cultive além da imagem, neurónios também.
*Não, você não é Deus, não é onipresente, oniciente e nem onipotente com tudo que acontece no mundo e pelas suas costas, aprenda com os atropelos, falsidades, maldades, injustiças e todo tipo de pilantragem, acredite, humanos são bem criativos na arte de fazer o mal, nem sempre você vai poder evitá-lo, mas no caso de acontecer o pior, levante-se bata a poeira, e lembre-se sempre: MINHA EDUCAÇÃO INDEPENDETE DA SUA, SOU O QUE SOU, APESAR DE VOCÊ SER O QUE É (ponto final).
*Inocência é linda, mas a coisa sempre fica feia no final é pra você, amadureça criatura, discernimento não é importante é vital, mas sem paranóia ok.
*Aprenda a perder com classe e a ganhar com humildade.
*A força está em reconhecer a fraqueza, o acerto vem com os erros, enfim aquela velha historinha das forças contrarias de igual intensidade,tudo que vai volta e por ae vai, pois é, isso é física explica sua vida, mas existe algo superior a toda a física, crença, doutrina ou teoria, ela se chama 'VERDADE' o maior valor pra mim é ela, só por ela acredito seguir o caminho mais benéfico, em ser verdadeiro em relação a si mesmo (qualidades e defeitos) e em relação aos outros e tudo mais na vida.
*acredite mudanças são necessárias, só ficando louco que se sabe o que lucidez de verdade, só entristecendo se sabe o real valor da alegria, só errando se aprende fazer certo, só sofrendo maldades que se entende o quanto bom é o bem, é preciso sofrer pra querer mudar,indiferença é uma faca de dois gumes, experimentei o intensidade em tudo, ela é boa, na duvida, opte pela moderação.
* ACIMA DE TUDO SE RECONHEÇA HUMANO EM SI E EM COLETIVO, DEFENDA DEUS DIREITOS E RESPEITE OS ALHEIOS, SEJA DONO DE SI MESMO.
*Aprenda a si valorizar e as boas amizades,o que vale é a qualidade não a quantidade, pelo contrario, vale o velho ditado: "Antes só, que mal acompanhado".
*e o mais importante defenda seus direitos e respeite os alheios, esteja ciente de que a vida é um eterno aprendizado numa jornada com encruzilhadas, saiba principalmente que és livre, faça o que tu queres, e não se esqueça, responderá mais cedo ou mais tarde pelo teus próprios atos.
*Como a aranha eu teço meu próprio destino.
Sara.
Reflexões de Sara às domingo, julho 05, 2009
sexta-feira, 3 de julho de 2009
A Chopana

È as coisas rendem, mudança implica em sofrimento, mas já ouviu falar em sacrifícios desnecessários e sacrifícios por um bem maior, ótimo, o ultimo me agrada mais. Agora os porquês não parecem mais tão vagos, porque amar excessivamente um animal e não um humano, porque ser rebelde e agressivo socialmente, porque ser misantropico disfarçadamente num contexto social, porque enfim ser diferente.
O que me fizeram eu devo esquecer, esquecer completamente, pra sempre, mas não sufocar, esquecer só depois de resolvido, chorar sem medo, chorar por dias se necessário, revirar aquela ferida, abri-la, jogar sal, e deixar ela cicatrizar verdadeiramente.
uma panela de pressão pronta a explodir, mas o que se faz com uma panela de pressão, tente abri-la de uma vez, ela não vai abrir, mas vá soltando aos poucos a pressão, chega uma hora que ela abre completamente e sai tudo, tudo, e ela fica aliviada, nós somos uma casa, com alicerce, com paredes e teto, uma casa sobre alicerce frágil não aguenta nada, ficar com dó de destruir uma casa dessas, porque, não faz sentido, demoli, sim eu destrui tudo, não ficou pedra sobre pedra, agora vou reconstruir, uma bela casinha, simples, porém forte, pra aguentar qualquer tempestade.
a menina que tinha medo de mentiolate porque pensava que doía e aguentou a feridinha ardendo e ardendo com medo do mentiolate, até que um dia ela disse, me dá essa porra ae doa ou não eu vou por mentiolate e ardeu muito, mas menos do que ardeu a vida toda e depois veio um alivio tão grande que a menininha nem lembra mais que aquela feridinha não precisava ter gangrenado por tanto tempo, era só ter coragem de usar mentiolate.
Reflexões de Sara às sexta-feira, julho 03, 2009


